terça-feira, 1 de junho de 2010
o dia seguinte não depende do outro
Ela não sabia o que estava acontecendo. As lágrimas simplesmente escorriam pelo seu rosto sem um motivo aparente. Ela não conseguia encontrar o problema. Então ela se encostou na parede e, abraçando os joelhos, chorou a noite inteira, na esperança de que aquela dor passasse. Mas à medida que o sol se erguia novamente no horizonte, a dor parecia aumentar. Com os olhos ainda inchados e algumas lágrimas escapando, ela se levantou e deu o primeiro passo em direção a porta. O dia era nublado e frio. Cada manhã era um novo desafio, mas sempre com o mesmo objetivo: continuar respirando.
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